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Movimento defende mais verbas para saúde

Assessora do Inesc diz que país enfrentará demanda reprimida no ano que vem

7 de outubro de 2020

Composta por 200 entidades, a Coalizão Direitos Valem Mais lançou uma nota técnica direcionada ao Congresso com um conjunto de propostas que visam fortalecer a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) e a Lei Orçamentária Anual (LOA) 2021 como instrumentos para o enfrentamento da pandemia.

Em entrevista ao Jornal Brasil Atual Edição da Tarde, Livi Gerbase, assessora política do Instituto de Estudos Socioeconômicos (Inesc), defendeu uma maior destinação de verbas para a saúde.

“A gente não sabe quando a pandemia vai acabar. O SUS está subfinanciado há alguns anos devido ao Teto dos Gastos, que mudou a regra do mínimo constitucional para a Saúde. Nós teremos uma demanda reprimida no ano que vem, isto é, tudo o que este ano não foi feito, como as cirurgias eletivas, por exemplo, terá que ser realizado no ano que vem. Então essa demanda reprimida vai ocorrer e não vamos ter orçamento para lidar com ela. Então, o argumento de cortar verba porque já foi utilizada neste ano é equivocado e ignora a situação dramática em que está a Saúde brasileira”, argumentou Gerbase.

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