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Evento promove debate sobre os 35 anos do Código de Defesa do Consumidor; veja como participar

O encontro acontece nesta quarta-feira (17), em uma parceria do TCU com o Conselho Federal da OAB Nacional

Por Redação / 15 de setembro de 2025

Tribunal de Contas da União (TCU). Foto: Valter Campanato/Agência Brasil

Sede do Tribunal de Contas da União, em Brasília (Foto: Valter Campanato/Agência Brasil)

Nesta quarta-feira (17), das 9h às 13h, o Tribunal de Contas da União (TCU), em parceria com o Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB Nacional), promove o evento “35 anos do Código de Defesa do Consumidor (CDC): Reflexões de como o consensualismo pode auxiliar na entrega de serviços públicos de qualidade ao cidadão”.

O objetivo é auxiliar a população a evitar abusos e encontrar saídas para eventuais entraves em relação à prestação de serviços pela Administração Pública. O encontro acontece no Auditório Ministro Pereira Lira, no edifício-sede do Tribunal, em Brasília, e será transmitido pelo canal do TCU no YouTube.

O evento reúne auditores de controle externo do TCU e especialistas de Agências Reguladoras, Judiciário e institutos de defesa do consumidor para debater alternativas para garantir a proteção dos direitos da população ao utilizar serviços públicos essenciais como saúde, energia, comunicação, saneamento básico e transporte.

A mesa de abertura será composta pelo presidente do TCU, ministro Vital do Rêgo; e pelo titular da Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon), Paulo Henrique Pereira. Em seguida, terão início os painéis sobre “O consensualismo como forma de solução de demandas estruturais de consumo” e “A atuação das agências reguladoras contra abusos do mercado”.

Participação presencial: clique aqui e se inscreva.

Participação on-line: clique aqui e se inscreva.

 

Código de Defesa do Consumidor

Lançado em 1990, o Código de Defesa do Consumidor brasileiro representou um avanço nas relações entre clientes e empresas e entre sociedade e Administração Pública. Isso porque garantiu uma série de direitos às pessoas que compram ou utilizam bens e serviços no país. Prova disso é que países da América Latina (como Argentina, Chile e México) utilizaram o código brasileiro como referência para criar ou instituir seus regulamentos, buscando maior transparência em suas relações comerciais.

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