Notícias

Evento em SP debate terceirização e pejotização

Machado Associados Advogados e Consultores debaterá temas em seu auditório

27 de novembro de 2023

O escritório Machado Associados Advogados e Consultores, representado pelos advogados Renato Silveira (sócio), Cecília Yokoyama (sócia) e Priscilla Dias, realizará, na quinta-feira (30/11), o evento intitulado “Terceirização e Pejotização: Cenário Jurisprudencial, Riscos e Reflexos Trabalhistas e Previdenciários”, no formato presencial, das 9h às 11h, no auditório interno do escritório.

O evento abordará temas importantes para empresas que buscam compreender e mitigar riscos relacionados à terceirização e pejotização. Em destaque, serão abordadas as recentes decisões do STF que impactam diretamente as relações de prestação de serviços.

Priscilla Dias destaca a relevância do evento. “Vamos explorar as complexidades das decisões judiciais que têm impactado diretamente empresas de diversos setores da economia“, afirma.

Cecília Yokoyama ressalta a oportunidade de discutir as nuances do tema. “A intenção é também oferecer uma análise aprofundada das implicações práticas dessas decisões para as empresas, permitindo que os participantes estejam melhor preparados para enfrentar os desafios da terceirização“, explica.

Renato Silveira adverte sobre os impactos nas práticas empresariais. “É vital compreender como as decisões do STF podem influenciar os contratos de terceirização e como as empresas podem se resguardar de possíveis litígios. Nossa intenção é promover uma discussão construtiva e prática para o meio empresarial“, analisa.

 A participação é gratuita, mas as vagas são limitadas.

Informações e inscrições pelo email [email protected].

Data: 30/11

Horário: 9h às 11h

LocalMachado Associados Advogados e Consultores

Notícias Relacionadas

Notícias

Conca Advogados, especializado em Direito Tributário, é inaugurado em São Paulo

Banca é liderada por Gabriela Conca, profissional com 18 anos de experiência

Notícias

STF invalida lei do RJ que previa transporte de animais de suporte emocional em cabines de avião

Plenário entendeu que a norma estadual oferece proteção insuficiente aos passageiros federal