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Crime de injúria racial: argentina é impedida de deixar o país

Advogada de 29 anos está sendo investigada por ofensas racistas dirigidas a um funcionário de um bar em Ipanema, no Rio

Por Redação / 19 de janeiro de 2026

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Foto: Freepik

A advogada e influenciadora argentina Agostina Páez, de 29 anos, está sendo investigada no Rio de Janeiro por ofensas racistas dirigidas a um funcionário de um bar em Ipanema. O episódio ocorreu na última quarta-feira (14), quando a turista discutiu com um empregado do estabelecimento por um suposto erro no pagamento da conta, segundo a polícia.

Imagens e relatos apontam que, além de proferir xingamentos de cunho racial, ela fez gestos imitando um macaco e reproduziu sons do animal, em direção ao homem, que é negro. A investigação, conduzida pela 11ª Delegacia de Polícia (Rocinha), qualificou o caso como crime de injúria racial.

A pedido da autoridade policial, a Justiça determinou a apreensão do passaporte da argentina e pediu que ela fosse monitorada com o uso de tornozeleira eletrônica.

Em depoimento, Agostina afirmou que os gestos teriam sido uma “brincadeira”, negou ter a intenção de discriminar o funcionário e afirmou que não sabia que o ato configurava crime no país. Ela também disse que apagou seus perfis nas redes sociais devido a ameaças e insultos que recebeu após a divulgação do caso.

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